Bem Vindo/Welkome

Esta página pretende-se interactiva,deixe imagems,informações,dicas do mês.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Alexandra Solnado

Alexandra Solnado

"Eu não estou longe de ti.
Estou sempre um pouco à frente,
para te obrigar a avançar."
Jesus

O Buda em Mim
Hoje na terapia de Contacto com o meu Eu Superior, ele ofereceu-me uma experiência surpresa, que não vou esquecer, nunca.
Depois de ter chegado lá acima, onde me deixei ficar até me sentir completamente reenergizada e limpa da densidade que tinha, o Eu Superior levou-me a um prado.
Aí libertei e minha essência e voei com ele até que, sem que desse por isso, deixei de o ver. Voei pelo belíssimo e vasto prado, de um verde tranquilizante e brilhante, e vi um rio, que subia, com as margens protegidas de um denso e fresco arvoredo. Era uma sombra protectora que me convidava a seguir caminho. Como pássaro, que é a imagem que tenho da minha essência, fui subindo até que encontrei uma cabana. Abri a porta e entrei. Lá dentro estava uma figura de Buda, sentado na sua posição de Lótus, que me disse que se era assim que eu preferia que O visse, não fazia mal. Jesus ou Buda, o coração é o mesmo. Não precisava de me sentir dividida em dilemas de com quem é que devia conectar. A energia é a mesma. E vi o coração vermelho que Jesus já me tem oferecido em meditações anteriores. Vivo e brilhante. Coloquei-o no meu peito e senti uma tranquilidade imensa e uma forte aceitação.
É a aceitação na essência, que tanto tenho feito por encontrar. Deixei-me meditar, longa e tranquilamente, e percebi e assimilei que, apesar de saber que, intelectualmente Jesus ou Buda são apenas nomes a que damos ao Divino, à energia universal, agora sinto-o no mais profundo do meu coração. E quando medito e me conecto com esta energia, entro do reino sem palavras e sem conceitos, de pura energia, onde qualquer discurso é inútil para procurar uma explicação… encontrei o Buda em mim.
Maria Gatas Sobral

Há dias fui à terapia de contacto com o meu Eu Superior mas só hoje me deu para escrever.
O meu Eu Superior surpreendeu-me com um novo santuário, e símbolo, para que eu aprenda a enfrentar os meus medos. Uma magnífica árvore, de braços longos e gigantescos. Uma copa de majestosa protecção e um símbolo do forte poder que as árvores têm de resistir milenarmente, sempre ascendendo ao céu, sem se importar com o que não interessa (no meu caso as opiniões dos outros, os seus gestos ou olhares, a que infelizmente sou tão sensível). Ela lá está, forte, de fresca sombra, tranquila, para quem se quiser abrigar sob os seus braços e a denso verde da sua folhagem. E grande, grande. Espaçosa, de um poderoso e intenso verde.
A sua imagem é para mim um poderoso símbolo do próprio processo espiritual do ser humano, com as raízes na terra mas sempre crescendo e ascendendo para o céu. Abrigo de aves que voam e nela poisam, como as pessoas que vamos encontrando e nos vão ajudando a elevar a nossa própria espiritualidade.
Senti que foi uma poderosa meditação, uma futura fonte de tranquilidade. Espero nunca me esquecer que, mais importante do que deixar que os outros me impeçam de ser quem sou, tenho uma poderosa árvore que me guia no caminho da minha essência.
Teresa A. Nunes

A Compreensão muda a Emoção
Qual é o nosso maior problema kármico? Emoção mal resolvida.
Qual a pior coisa que trazemos de outras vidas? Emoção que não resolvemos, seja raiva, culpa, rejeição… A compreensão muda tudo isto. E quando digo compreensão, digo aceitação, pois sem aceitação não há compreensão.
Nós estamos sempre a falar na mudança do sistema de crenças, em tentar mudar os conceitos em que fomos educados e em que acabámos por ficar fechados. Mas para isso temos que validar o nosso conhecimento através da nossa intuição. Se nos ensinam algo, nós só devemos aceitar se a nossa intuição aceitar. Temos de aprender a seguir a nossa intuição.
Podemos trazer raiva, rejeição, tristeza e outras emoções que não compreendemos, e que não estão resolvidas na nossa vida, mas a partir do momento em que tentamos perceber, compreender, e sobretudo aceitar, acabamos por processar essas emoções.
Porque é que se diz que as regressões a vidas passadas são tão eficazes? Porque as pessoas vão ao seu passado, às suas vidas anteriores, e tentam compreender. E assim mudar a aceitação. Se as pessoas vão ao passado e não aceitam, não há compreensão, e nada muda. Mas se conseguirem compreender, mudam a aceitação e o processar dessa emoção.
Como Ele diz…
“Vai ao passado. Vai ao que viveste, situação a situação, e revive-a, sofre-a outra vez, mas reenergiza-te com o amor incondicional que recebes cá de cima, enche cada situação de luz, enche-te - naquela época, com aquela imagem, com aquela roupa – de luz. E tudo se irá diluir em luz.
Irás colocar uma nova energia no teu passado, e ele, por sua vez, nunca mais te irá surpreender com a sua força traumática e traumatizante.
A isso chama-se limpar o karma. O karma desta vida.”
A Alma Iluminada, Alexandra Solnado

As Escolhas
Muitas vezes temos o hábito de dizer “eu faço o que posso”, sem nos darmos conta de que esta é uma expressão já de si limitativa. Parece que não posso fazer as coisas de outra maneira. “Faço o que posso” às vezes quer dizer que, “eu faço, e faço e faço”, sem pôr nada de mim no que faço, nem parar para pensar se o que estou a fazer é fruto de uma escolha minha, ou se estou a fazer simplesmente para cumprir os objectivos e as metas que me foram impostas.
Será que quando fazemos as coisas desta maneira quantitativa, “fiz isto, e aquilo e mais aquilo”, não estamos a secundarizar o que poderíamos estar de facto a fazer por opção? Isto é, será que quando fazemos o que podemos estamos a fazer segundo as nossas escolhas e a priorizar o Ser naquilo que fazemos, ou estamos pura e simplesmente a Fazer e a sentir que somos só o que Fazemos?
É preciso saber quais as nossas escolhas e segui-las atentamente. Se vêm do interior de nós próprios, nós sabemos que estamos a Ser. Se estamos a “fazer o que podemos”, priorizando o que fazer e ignorando as nossas escolhas, estamos a esquecer o Ser. Fazer não é Ser. Por isso interroguem-se…
Nós escolhemos o que somos ou somos o que fazemos?
Nós somos o que escolhemos ou fazemos o que podemos?
Só respeitando o que o nosso Eu Interior nos diz nós poderemos Ser.

A Era de Aquário e o Karma

Na Era de Peixes, todas as nossas decisões eram tomadas em função do medo, medo do pecado, medo de ser castigado, medo de errar. Os 10 mandamentos ou os sete pecados acabavam por, através do medo, ditar as nossas escolhas. Era preciso agir correctamente para a nossa consciência não ser julgada e condenada a partir do medo. “Se eu agir assim vou ser mau, se eu pensar desta maneira sou uma má pessoa...”
Na Era de Aquário estamos a fazer a mesma coisa mas em função do karma. Eu não faço isto porque me vai trazer mau karma, eu não penso aquilo porque vou criar mais karma. Ou seja estamos a fazer o mesmo erro. Estamos a deixar-nos limitar novamente por uma condicionante Se... se... ou se..., com a agravante de que agora em vez de 7 pecados ou 10 mandamentos temos uma infinidade de acções que se traduzem em karma.
Nunca agimos em função de nós próprios, da nossa essência, das nossas escolhas mais íntimas. O que fazer então para não cair em nenhuma destas condicionantes limitativas? Destes “ses”?
Conectarmo-nos à energia do Céu, que nos devolve a plenitude do nosso Ser, e agirmos em função dessas escolhas. As escolhas da essência do nosso Ser. É preciso ter a coragem de assumirmos quem nós somos. Se nos conectarmos à energia do céu encontramos o nosso Ser tal como ele é. Quando optamos em função da nossa essência mais íntima, da conexão com a plenitude do nosso Ser, não podemos errar. Podemos agir em consciência, através do que sentimos, não do que racionalizamos. E agiremos sempre bem.
“Porque no caminho do Ser não há erro. Tudo é evolução",
como Ele diz.

Sem comentários:

Enviar um comentário