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sábado, 3 de maio de 2008

Chopin

Concertos para piano e orquestra nº 2

-Os grandes intérpretes são aqueles que recriam as obras e não se limitam a recrear-se com elas. João de Freitas Branco (Musicólogo Português)

O intérprete procura e encontra significados estéticos e técnicos,começando a critica.

A autócritica é fundamental em todo o trabalho criativo,a paixão pela obra que está a produzir, não é objectiva;

A atenção do intérprete deve ser dada ao tempo metronómico,o Bolero de Ravel,seria mais lento,não fora o que Toscanini,consideraria certo.

Leonardo Bernstein,compositor, disse que o Bolero de Ravel,é a Bíblia da Orquestração,dando atenção aos efeitos tímbricos, conseguidos em cada compasso.

Ravel preconizava tempos de execução,para salientar promenores,com cada instrumento,mas a rítmica sairia prejudicada.

Chopin,compositor associado ao Romantismo, premeditava cada passagem com um sentido
de rigor autócrtico incomum.

Destinguem-se nos intérpretes da sua música,os melhores ,basta cumprir o que escreveu,
em termos ritmícos,melódicos ou harmónicos,salientando as notas mais sonoras de cada situação sonora.

Na sua escrita para piano é dificil defender critérios críticos ou interpretativos diferentes do escrito na partitura.

Escrevia para orquestra,(mais em obras para piano solista e orquestra),ai o compositor já não era um mestre de igual dimensão.

Um critico disse que "Os concertos para piano e Orquestra" de Chopin, são " peças para Piano e Caixote do Lixo".pela diferença de qualidade entre aquilo que o Piano toca e o " acompanhamento" Orquestral.

Mas a linguagem expressiva do compositor é tão poderosa,
que a critica ,que até tem graça ,e é objectiva,acaba por se redicularizar.

Na realidade todos sabemos facilmente quem foi o autor das obras e dificilmente saberemos como se chamaria o critico,,,


From :António Vitorino D´Almeida.

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